Passado, presente e futuro da imuno-oncologia

Apontada como o grande avanço recente no tratamento do câncer, a imuno-oncologia tem mesmo revolucionado práticas e contribuído para transformar diferentes cenários de tratamento. Como resultado dessa onda de grandes inovações, também autoridades regulatórias incorporaram mudanças, mas a pesquisa e desenvolvimento despertam preocupações.

“Um estudo com um braço controle compartilhado pouparia os pacientes de receber o standard of care e lhes daria maior acesso a um tratamento potencialmente mais benéfico”, disse Richard Pazdur, Diretor do Centro de Excelência em Oncologia do FDA. “Os pacientes não são um recurso da indústria farmacêutica. Eles são um recurso global e essa ineficiência pode significar a falta de confiança no sistema”, acrescentou.

Enquanto há quem defenda que a presença de múltiplos agentes no ambiente de pesquisa clínica significa melhor acesso aos pacientes, o Diretor do FDA prefere cautela, citando estudos fracassados com inibidores de checkpoint imune no mieloma múltiplo, como descreve a BioCentury.

Avanços
Os inibidores de PD-1 e PD-L1 já receberam quase 50 aprovações nos Estados Unidos e representaram mais de 20% das aprovações do FDA em 2018. Em um ambiente ainda cercado de desafios, estratégias encorajadoras apontam caminhos.

Portal Onconwes

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